Transparência

Como a Chamas.pt interpreta incêndios, risco e satélite

Metodologia da Chamas.pt para correlacionar ocorrências PROCIV/ANEPC, satélite NASA FIRMS, risco IPMA, EFFIS/Copernicus e histórico de incêndios em Portugal.

01

Ocorrência operacional

PROCIV/ANEPC é a base para estado, localização, duração e meios mobilizados.

02

Contexto meteorológico

IPMA ajuda a interpretar vento, temperatura, precipitação e risco rural perto da ocorrência.

03

Sinais por satélite

NASA FIRMS e EFFIS/Copernicus entram como sinais complementares, não como perímetro oficial automático.

04

Confiança visual

A propagação só aparece quando os sinais passam o limiar definido e são apresentados como estimativa.

Confiança

Critério de propagação

A camada de propagação é mais conservadora quando depende apenas de satélite. Quando existe ocorrência PROCIV/ANEPC ou outra fonte operacional próxima, o sistema aceita sinais mais baixos, mas identifica o resultado como contexto cruzado.

Limites

O que a plataforma não afirma

Não substitui comunicações oficiais, não inventa área ardida quando a fonte não a fornece e não apresenta propagação sem confiança mínima ou correlação suficiente.

Atualização

Frescura dos dados e cache

As ocorrências são atualizadas no servidor a cada minuto quando possível. Em erro temporário, a plataforma usa cache recente, evita falhar a experiência pública e volta a tentar no ciclo seguinte.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

A Chamas.pt prevê oficialmente a propagação de um incêndio?

Não. A plataforma apresenta contexto e estimativas visuais quando existe confiança mínima e correlação entre fontes. A confirmação operacional pertence às autoridades competentes.

Porque algumas camadas aparecem como contexto e não como confirmação?

Porque satélite, meteorologia e histórico ajudam a interpretar uma ocorrência, mas isoladamente podem ter atrasos, distância espacial ou falso positivo. A interface separa confirmação operacional de contexto complementar.

O que acontece quando uma fonte falha?

O servidor reutiliza cache recente quando possível, assinala limitações no produto visual e tenta atualizar novamente no ciclo seguinte.